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Empreiteiro é hostilizado por manifestantes após depor na Lava Jato

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GERSON ALMADA

Empreiteiro é hostilizado por manifestantes após depor na Lava Jato

Gérson de Mello Almada, réu por corrupção e lavagem de dinheiro, foi chamado de 'vagabundo', 'ladrão', 'sem vergonha' à saída da audiência com o juiz federal Sérgio Moro

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Ricardo Brandt, enviado especial a Curitiba

29 Janeiro 2016 | 17h02

Manifestantes cercam o carro que levava Gerson Almada, ex-executivo da Engevix,   após o empresário prestar depoimento na sede da Justiça Federal do Paraná,   em Curitiba nesta sexta-feira, 29. Foto: ALBARI OSA/AGÊNCIA DE NOTÍCIAS GAZETA DO POVO

Manifestantes cercam o carro que levava Gerson Almada, após ex-executivo da Engevix prestar depoimento na Justiça Federal em Curitiba nesta sexta-feira, 29. Foto: ALBARI ROSA/AG. DE NOTÍCIAS GAZETA DO POVO

O empresário Gérson de Mello Almada, um dos dirigentes afastados da empreiteira Engevix, foi hostilizado por um grupo de manifestantes na saída do prédio da Justiça Federal,  em Curitiba, nesta sexta-feira, 29.

Réu da Operação Lava Jato,  Almada foi interrogado no início da tarde pelo juiz federal Sérgio Moro no processo que tem como alvo principal o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu.

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Aos berros de ‘vagabundo’, ‘ladrão’, ‘sem vergonha’, o grupo cercou o carro que estacinou em frente ao prédio da Justiça.

Assustado, Almada deixou o local sem falar com a imprensa.

Alguns dos manifestantes chegaram a dar tapas e chutes no veículo.

O motorista desceu para discutir com os manifestantes,  mas deixou o local em seguida.

Por conta do incidente,  dois policiais federais, entre eles o agente Newton Ishii, o popular ‘Japonês da Federal’, advertiram as pessoas sobre os limites para as manifestações.

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