Desembargador nega liminar a petistas que tentaram matar empresário em frente ao Instituto Lula

Desembargador nega liminar a petistas que tentaram matar empresário em frente ao Instituto Lula

César Augusto Andrade de Castro, da 3.ª Câmara de Direito Criminal, afirmou que não há 'qualquer irregularidade formal' na ordem de prisão contra o ex-vereador de Diadema Manoel Eduardo Marinho, o 'Maninho do PT', e também contra seu filho Leandro Eduardo Marinho

Fausto Macedo e Julia Affonso

15 Maio 2018 | 12h37

Carlos Alberto Betoni. FOTO SEBASTIAO MOREIRA/EFE

O desembargador César Augusto Andrade de Castro, da 3.ª Câmara de Direito Criminal, negou liminar em pedido de habeas corpus do ex-vereador de Diadema Manoel Eduardo Marinho, o ‘Maninho do PT’, e de seu filho Leandro Eduardo Marinho, acusados de tentativa de homicídio do empresário Carlos Alberto Bettoni, na noite de 5 de abril, em frente o Instituto Lula, na zona sul da capital. ‘Maninho do PT’ e Leandro tiveram a prisão preventiva decretada na sexta-feira, 11, pela 1.ª Vara do Júri do Foto Central Criminal. Eles estão foragidos.

Contra o decreto de prisão, a defesa dos petistas entrou com um pedido de habeas.

“A decisão que decretou a prisão preventiva dos pacientes (acusados), em princípio, não revela qualquer irregularidade formal, tendo sido apresentadas as justificativas para a segregação cautelar, baseadas no caso concreto”, decidiu o desembargador César Augusto Andrade de Castro.

Promotor denuncia petista por tentativa de homicídio em frente ao Instituto Lula

Na noite de 5 de abril, Bettoni foi agredido pelos petistas logo depois de o juiz federal Sérgio Moro ter decretado a prisão do ex-presidente Lula, na Operação Lava Jato. O empresário bateu a cabeça na lateral de um caminhão e foi hospitalizado. Com traumatismo craniano, Bettoni ficou internado por vários dias.

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