Eduardo Cunha permanece em Brasília para depor na Sépsis

Eduardo Cunha permanece em Brasília para depor na Sépsis

O objetivo da permanência do peemedebista na capital federal é seu interrogatório no processo sobre desvios no Fi-FGTS. O depoimento estava para a está sexta-feira, 22, mas foi postergado para o próximo dia 9 de outubro.

Redação

22 Setembro 2017 | 20h11

O juiz Vallisney de Souza Oliveira solicitou e Sérgio Moro concordou em prorrogar a permanência do ex-deputado Eduardo Cunha no Departamento de Polícia Especializada (DPE), da Polícia Civil, em Brasíllia. O objetivo da permanência do peemedebista na capital federal é seu interrogatório no âmbito da operação Sépsis. O depoimento estava para a está sexta-feira, 22, mas foi postergado para o próximo dia 9 de outubro.

O motivo do cancelamento do interrogatório foi a solicitação da defesa do ex-ministro Henrique Eduardo Alves para ter acesso à delação do corretor Lúcio Bolonha Funaro antes da realização da oitiva.

Cunha foi transferido de Curitiba, base da Operação Lava Jato, onde está preso, para a capital federal no avião da PF, no mesmo voo que levou para São Paulo o empresário Joesley Batista, da JBS, na última sexta-feria, 15.

Ao juiz vallisney de Souza, o ex-congressista falará em processo em que é réu também por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em operações fraudulentas com recursos do Fundo de Investimentos do FGTS (FI-FGTS), administrado pela Caixa. Além de Cunha, são réus nesta ação Lúcio Funaro, seu ex-sócio Alexandre Margotto e o ex-vice-presidente de Fundos e Loterias da Caixa Fábio Cleto. Os dois últimos são também delatores da Lava Jato.

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