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FAUSTO MACEDO é repórter de Política do jornal "O Estado de S.Paulo" (fausto.macedo@estadao.com) Colaboração: Mateus Coutinho, repórter de Política do jornal "O Estado de S.Paulo" (mateus.coutinho@estadao.com), e Julia Affonso, repórter do jornal “O Estado de S.Paulo” (julia.affonso@estadao.com)
sábado 22/11/14 19:00

Costa diz que líder do PT no Senado recebeu R$ 1 milhão

humbertocostaestadao

Por Fausto Macedo e Ricardo Brandt, enviado especial a Curitiba [caption id="attachment_8633" align="alignnone" width="550"]humbertocostaestadao Humberto Costa, líder do PT no Senado. Foto: Estadão[/caption]   O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PT-PE), recebeu R$ 1 milhão do esquema de propinas e corrupção na Petrobrás para sua campanha em 2010, segundo afirmou o ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa em um dos seus depoimentos da delação premiada. O petista integra uma extensa lista de ...

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sábado 22/11/14 13:33

Justiça manda abrir as contas das empresas de doleiro em 2014

Por Mateus Coutinho Após colocar na prisão os executivos das maiores empreiteiras do País, o juiz da Lava Jato autorizou a extensão da quebra do sigilo bancário das empresas de fachada do doleiro Alberto Youssef para o ano de 2014. Com a medida, pela primeira vez a operação vai conseguir identificar o que foi movimentado nas empresas utilizadas pelo doleiro para lavar dinheiro do esquema criminoso que envolvia pagamento de propinas a agentes públicos, políticos e executivos durante o período eleitoral. Ler post
sábado 22/11/14 05:00

Operador do PMDB receberia US$ 20 mi por dois contratos

Fernando Baiano faz exame de corpo de delito em Curitiba

Por Fausto Macedo e Ricardo Brandt, enviado especial a Curitiba

Fernando Baiano faz exame de corpo de delito em Curitiba

O empresário Fernando Antonio Falcão Soares, o Fernando Baiano, apontado como operador do PMDB no esquema de cartel, corrupção e propina na Petrobrás, afirmou à Polícia Federal nesta sexta-feira, 21, que intermediou dois projetos de construção de sondas de perfuração na área da diretoria Internacional e pelos quais receberia US$ 20 ...

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sábado 22/11/14 04:30

Corrupção chegou a índice tão elevado que Lava Jato superou o mensalão, diz MPF

Por Mateus Coutinho e Fausto Macedo

Renato Duque é levado à sede da PF no Rio - Foto: Márcia Foletto/Agência O Globo

Renato Duque é levado à sede da PF no Rio – Foto: Márcia Foletto/Agência O Globo

O Ministério Público Federal comparou pela primeira vez o esquema de desvios de recursos públicos e pagamento de propina revelado pela Lava Jato ao escândalo do mensalão e consideraram que a operação já superou o que foi até agora o maior caso julgado no Supremo.

“O nível de corrupção no País chegou a índice tão elevado, que o caso do mensalão julgado na Ação Penal nº 470, pelo Supremo Tribunal Federal, que se pensou tratar-se do maior esquema de corrupção de todos os tempos, foi superado por este caso da Operação Lava Jato”, afirma o procurador da República Manuel Pastana nos pareceres encaminhado ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre (RS).

A comparação foi utilizada para justificar a manutenção das prisões preventivas do ex-diretor da Petrobrás indicado pelo PT, Renato Duque, do presidente da Camargo Corrêa, Dalton Avancini e do presidente do Conselho de Administração da empreiteira João Ricardo Auler, detidos na sétima etapa da Lava Jato. Na última quinta, o Tribunal rejeitou o pedido liminar de habeas corpus impetrado pela defesa dos executivos e do ex-diretor que questionava a conversão da prisão temporária deles – que tem prazo de cinco dias – em prisão preventiva, sem prazo para terminar. Os advogados pediam ainda que eles fossem soltos, mas o recurso foi rejeitado liminarmente.

Veja também:

Operador do PMDB diz que faz negócios na Petrobrás desde o governo FHC

A Procuradoria da República entende que os executivos de alto escalão da empreiteira são corruptores e que, por isso, devem continuar detidos. “Trata-se de círculo vicioso. Os agentes públicos corruptos e corrompidos se utilizam de terceiro como o paciente (em referência aos executivos da Camargo Corrêa) que recebe do poder público vultosas quantias e redistribuem com os integrantes da organização”, explica o MPF.

No parecer de Duque, o procurador cita ainda os desvios na Petrobrás. “A sucessão de ocorrências delituosas indica a premente necessidade de resguardar a ordem pública. Faz-se necessário pôr fim no círculo vicioso. Os agentes públicos e ex-agentes, corruptos e corrompidos, movimentam quantias vultosas da estatal, redistribuindo-as com os integrantes da organização”, afirma o procurador.

O MPF alerta ainda para os riscos de o ex-diretor e os executivos da empreiteira destruírem provas e ressalta que a prisão pode “influenciar” os investigados a colaborarem com a Justiça. “A conveniência da instrução criminal mostra-se presente não só na cautela de impedir que investigados destruam provas, o que é bastante provável no caso do paciente (em referência aos executivos da Camargo Corrêa), que lida com o pagamento a vários agentes públicos, mas também na possibilidade de a segregação influenciá-lo na vontade de colaborar na apuração de responsabilidade, o que tem se mostrado bastante fértil nos últimos tempos”, assinala o procurador. O Tribunal ainda vai julgar o mérito do caso.

VEJA O PARECER CONTRÁRIO À SOLTURA DE RENATO DUQUE

VEJA O PARECER CONTRÁRIO À SOLTURA DOS EXECUTIVOS DA CAMARGO CORRÊA

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sexta-feira 21/11/14 21:05

Justiça mantém Fernando Baiano preso por tempo indeterminado

Por Ricardo Brandt, Mateus Coutinho e Fausto Macedo O empresário Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, vai continuar preso por tempo indeterminado para as investigações da Operação Lava Jato. A determinação é do juiz Sergio Moro, responsável pelas ações da Operação Lava Jato, que entendeu ser necessário colocar o empresário no regime de prisão preventiva - até então ele estava em prisão temporária, que dura cinco dias. " Considerando a corroboração, em geral, do esquema criminoso detalhado pelos colaboradores, a riqueza de detalhes ...

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sexta-feira 21/11/14 20:46

Executivos afirmam que empreiteira pagou a doleiro por serviços não realizados

Por Fausto Macedo, Ricardo Brandt e Mateus Coutinho Dois diretores de áreas estratégicas da Mendes Junior afirmaram à Polícia Federal que a empreiteira realizou pagamentos totalizando R$ 8,028 milhões para empresas de fachada do doleiro Alberto Youssef, a GFD Investimentos e a Empreiteira Rigidez, "por serviços não realizados". Os relatos do engenheiro civil Angelo Alves Mendes, diretor vice presidente de Assuntos Corporativos, e do engenheiro eletricista Rogério Cunha de Oliveira, diretor de Área de Óleo e Gás da construtora, confirmam a versão ...

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sexta-feira 21/11/14 18:29

Operador do PMDB diz que começou negócios na Petrobrás no governo FHC

Por Fausto Macedo e Ricardo Brandt, enviado especial a Curitiba

Fernando Baiano faz exame de corpo de delito em Curitiba

O empresário Fernando Antonio Falcão Soares, o Fernando Baiano, apontado como operador do PMDB no esquema de propinas e corrupção na Petrobrás, afirmou à Polícia Federal nesta sexta feira, 21, que começou a fazer negócios com a Petrobrás ainda no governo Fernando Henrique Cardoso, em 2000. "Por volta do ano de 2000, ...

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sexta-feira 21/11/14 16:09

Operador do PMDB depõe na PF em Curitiba

Fernando Baiano faz exame de corpo de delito em Curitiba

Por Mateus Coutinho e Fausto Macedo

Fernando Baiano faz exame de corpo de delito em Curitiba

Apontado como operador do PMDB no esquema de desvios de recursos da Petrobrás, o empresário Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano depôs na tarde desta sexta-feira, 21, por cerca de três horas, na sede da Polícia Federal em Curitiba. Baiano é alvo da sétima etapa da Operação Lava jato, denominada Juízo Final, deflagrada na última sexta-feira, ...

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sexta-feira 21/11/14 05:00

Justiça busca acordos internacionais após bloquear R$ 48 milhões no Brasil

Por Fausto Macedo e Ricardo Brandt, enviado especial a Curitiba

PRESOS OPERACAO LAVA JATO

A Justiça Federal vai buscar nos bancos de países como Suíça, Alemanha, Holanda, China, Estados Unidos, Canadá, Peru e Uruguai a “verdadeira fortuna” que teria sido desviada pelo esquema de corrupção na Petrobrás investigado pela Operação Lava Jato. Por decisão do juiz federal Sérgio Moro, foram bloqueados em contas no Brasil R$ 47,8 milhões em nome dos ...

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