O quinto debate à cadeira de Janot

O quinto debate à cadeira de Janot

Campanhas para a Lista Tríplice vão até o dia 26 e a eleição será realizada no dia 27 de junho

Redação

19 Junho 2017 | 14h35

Os candidatos à lista tríplice: Carlos Frederico, Eitel Santiago, Ela Wiecko, Franklin Costa, Mario Bonsaglia, Nicolao Dino, Raquel Dodge e Sandra Cureau. Fotomontagem: ANPR

A Associação Nacional dos Procuradores da República faz nesta segunda-feira, 19, o quinto debate entre os candidatos à formação de Lista Tríplice para Procurador-Geral da República. O evento será realizado no auditório da Procuradoria da República da 2ª Região, no Rio, das 14h às 17h.

Brasília encerrará a programação de debates na quinta-feira, 22. As campanhas para a Lista Tríplice vão até o dia 26 e a eleição será realizada na terça-feira, 27.


Concorrem ao cargo os subprocuradores-gerais da República Carlos Frederico Santos, Eitel Santiago de Brito Pereira, Ela Wiecko Volkmer de Castilho, Franklin Rodrigues da Costa, Mario Luiz Bonsaglia, Nicolao Dino de Castro e Costa Neto, Raquel Elias Ferreira Dodge e Sandra Verônica Cureau.

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A tradição de formação da Lista Tríplice iniciou-se em 2001. Segundo a ANPR, ‘trata-se de um processo que atende ao clamor dos procuradores da República de indicar aquele que acreditam ser o mais preparado para gerir a instituição’.

De 2001 até agora, a Lista Tríplice para o cargo de Procurador-Geral da República só não foi acatada em sua primeira edição. A partir de 2003, o então presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, passou a reconhecer e prestigiar a escolha dos procuradores da República para o cargo de chefe do órgão.

Podem se candidatar ao cargo membros de carreira do Ministério Público Federal, em atividade e maiores de 35 anos.

Os procuradores da República habilitados a votar têm a possibilidade de escolha plurinominal, facultativa e secreta.

Após o resultado das eleições, a ANPR é a responsável por encaminhar os três nomes mais votados aos presidentes da República, do Supremo Tribunal Federal, do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, bem como ao Procurador-Geral da República e ao Conselho Superior do MPF. Dessa forma, o chefe do Executivo pode avaliar os anseios da carreira antes de repassar ao Senado Federal o nome do indicado.

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