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Anexo 17: Dilma Rousseff e a Refinaria de Pasadena
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Anexo 17: Dilma Rousseff e a Refinaria de Pasadena

Entre tantos depoimentos no âmbito de sua delação premiada, Delcídio Amaral dedicou uma parte à refinaria de Pasadena, no Texas, negócio que se revelou altamente prejudicial para a Petrobrás

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Mateus Coutinho, Julia Affonso e Ricardo Brandt

15 Março 2016 | 17h38

delacaopasadena
No anexo 17 da delação premiada o ex-líder do Governo no Senado fala sobre a presidente da República e a velha e carcomida Refinaria de Pasadena, nos EUA, adquirida pela Petrobrás. “Sabe que Dilma Rousseff, como então presidenta do Conselho de Administração da Petrobrás, tinha pleno conhecimento de todo o processo de aquisição da Refinaria de Pasadena e de tudo que esse encerrava.”

A Procuradoria-Geral da República resumiu assim esse trecho das revelações do senador. “Delcídio do Amaral conhece Dilma Rousseff hâ mais de 20 anos, sabe que a atual presidenta da Republica é detalhista e centralizadora. Nesse contexto, a alegação de Dilma de que ignorava o expediente habitualmente utilizado em contratos desse tipo, alegando desconhecimento de clâusula como ‘putoption’, absolutamente convencional, é, no mlnimo, questionâvel. Da mesma forma, discutir um ‘Revamp’ de refinaria que nunca ocorreu, é inadmisslvel! A tramitação do processo de aquisicão de Pasadena durou um dia entre a reunião da Diretoria Executiva e o Conselho de Administração. Delcídio esclarece que a aquisição de Pasadena foi feita com o conhecimento de todos. Sem exceção.”

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