PMDB no Senado entra em guerra por espaço

PMDB no Senado entra em guerra por espaço

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Luiza Pollo

24 Dezembro 2016 | 05h00

Ilustração: Kleber Sales/Estadão

Ilustração: Kleber Sales/Estadão

Renan Calheiros trabalhou nesta semana para convencer o senador Romero Jucá a renunciar à presidência do PMDB, deixando a vaga para ele. Em troca, Renan apoiaria Jucá para comandar o Senado, rifando o senador Eunício Oliveira, até agora candidato único à sua sucessão. Não vingou. A articulação expõe um racha no partido do presidente Temer. Renan tem se esforçado para implodir a campanha de Eunício, um nome de fora do seu grupo político e que ele não poderá controlar. A disputa nos bastidores é intensa e pode sobrar para Temer.

Na terça-feira, 20, o presidente Michel Temer esteve na casa de Eunício Oliveira em Brasília. Saiu de lá tarde da noite.

Se a eleição fosse hoje, Renan Calheiros não teria votos para assumir a liderança do partido no Senado. Teme-se que ele use o cargo para confrontar o Judiciário. Os favoritos são: Raimundo Lira e Eduardo Braga.

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