Governo tenta acordo sobre planos econômicos

Governo tenta acordo sobre planos econômicos

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Luiza Pollo

27 Dezembro 2016 | 05h00

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O governo tenta negociar com vários segmentos, entre eles Banco Central, BB, CEF, Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) e Febraban, a costura de um acordo com a Justiça em torno das perdas com os Planos Bresser e Collor. A ideia é que os poupadores recebam de volta os valores pedidos, mas não a totalidade. Como as ações se arrastam há anos, seria uma vantagem. O governo se preocupa porque elas podem provocar um novo rombo nas contas públicas caso a Justiça obrigue os bancos oficiais a reparar prejuízos dos seus poupadores.

As estimativas de impacto do julgamento das ações variam entre R$ 10 bilhões e R$ 400 bilhões. Os números mais baixos são de instituições que defendem os consumidores. Bancos e o governo federal falam em impacto maior.

O governo se preocupa com o fato de os dois maiores detentores de cadernetas de poupança serem BB e CEF. A estimativa é que, se os poupadores ganharem as ações, metade dos valores saia dos cofres dos dois bancos públicos.

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