A mulher que vigia os atos do Procon

Consumidor lesado tem o Procon como guardião de seus direitos. Mas e quando o próprio Procon-SP não cumpre a sua função, a quem recorrer? A resposta está no nome de Hilma Araújo dos Santos, técnica de carreira da entidade e concursada em 1997. Desde agosto passado ela é ouvidora do Procon-SP

Marcelo Moreira

03 Dezembro 2010 | 17h11

Saulo Luz

Consumidor lesado tem o Procon como guardião de seus direitos. Mas e quando o próprio Procon-SP não cumpre a sua função, a quem recorrer?

A resposta está no nome de Hilma Araújo dos Santos, técnica de carreira da entidade e concursada em 1997. Desde agosto passado ela é ouvidora do Procon-SP.

 A ouvidoria existe desde 1992 e é o canal pelo qual o consumidor pode encaminhar qualquer crítica, sugestão ou elogio sobre o serviço prestado por quem tem de defender o consumidor.

“O usuário nos aponta o que devemos corrigir ou mudar no serviço e recebe um número do protocolo para poder acompanhar o encaminhamento da solicitação pela internet”, diz.

Hilma, que tem mandato de dois anos, ressalta que a ouvidoria é uma necessidade para dar coerência à função do órgão. “O Procon já um órgão que atende reclamações de cidadãos contra empresas. Por coerência, precisa ter uma ouvidoria que atenda suas próprias reclamações”, conta.

No ano passado, a ouvidoria realizou 5.734 atendimentos – dos quais 2.764 eram reclamações. Em 2010 (até outubro), os atendimentos somaram 4.472 – 1.120 reclamações. “Essa redução aconteceu principalmente pela queda de 80% dos problemas no atendimento telefônico (151) – causadas por medidas como aumento de pontos de linha telefônica.

A ouvidoria atende de segunda a sexta-feira (das 9h às 17h) por telefone (3826-1457), e-mail (ouvidoria@procon.sp.gov.br), fax (3824-7171) e site (www.ouvidoria.sp.gov.br). Há ainda a opção de ir pessoalmente a uma unidade do Procon ou encaminhar carta para Rua Barra Funda, 930, Sala 115 CEP: 01152-000, Barra Funda, São Paulo.

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