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Crise pós-delação da JBS: protestos pela renúncia de Temer ocorrem em várias cidades do País

Executivo da JBS gravou presidente no dia 7 de março em diálogo sobre Cunha; Fachin negou prisão de Aécio, que se licenciou da presidência do PSDB; Lula e Dilma tinham US$ 150 milhões em conta

Um jantar previsto para a noite deste domingo, 21, no Palácio do Alvorada, entre Temer, ministros e aliados da base do governo foi cancelado devido ao risco de baixa adesão.

 

Mesmo com o cancelamento do jantar, o presidente Michel Temer se reuniu com pelo menos dez dos 28 ministros para discutir a crise política. Temer fez um apelo para manter a sustentação do seu governo.

 

A Polícia Federal deu início à análise de áudio da conversa entre Michel Temer e o empresário Joesley Batista, da JBS. A defesa do presidente enviou 15 perguntas à PF.

 

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, encaminhou perguntas à Polícia Federal sobre cada áudio gravado por Joesley Batista, do Grupo J&F, que fundamentam a delação premiada do empresário.

 

Pelo menos 19 capitais brasileiras tiveram protestos ao longo do dia pedindo "Fora, Temer" e eleições diretas. Os aos foram convocados pela Frente Brasil Popular e o Povo Sem Medo, além de contar com participação de centais sindicais.

 

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) decidiu, na madrugada deste domingo, 21, protocolar na Câmara pedido de impeachment do presidente Michel Temer. O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse que a decisão surpreendeu o governo.


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